Estatuto

ESTATUTO DO CONSELHO REGIONAL DE EDUCAÇÃO FÍSICA 12ª REGIÃO / PERNAMBUCO e ALAGOAS – CREF12/PE-AL

TÍTULO I

DA ENTIDADE E SEUS FINS

CAPÍTULO I
DA ENTIDADE

 

Art. 1 – O Conselho Regional de Educação Física da 12ª Região/ Pernambuco-Alagoas – CREF12/PE-AL, pessoa jurídica de direito público interno, com sede e Foro na Capital, na cidade do Recife, localizado na Rua Helena de Lemos, nº 283, bairro da Ilha do Retiro, com abrangência nos Estados Pernambuco e Alagoas, autarquia especial sem fins lucrativos, com personalidade jurídica e autonomia administrativa, financeira e patrimonial, exerce e observa, em sua respectiva área de abrangência, as competências, vedações e funções atribuídas ao CONFEF, no que couber e no âmbito de sua competência material e territorial, e as normas estabelecidas na Lei nº 9.696, de 01 de setembro de 1998, neste Estatuto, e nas Resoluções do CONFEF.

§1º – O CREF12/PE-AL, instalado pela Resolução CONFEF nº 061/2003, tem personalidade jurídica distinta do CONFEF, dos Profissionais de Educação Física e das Pessoas Jurídicas nele registrados.

§2º – O CREF12/PE-AL desempenha serviço público independente, enquadrando-se como categoria singular no elenco das personalidades jurídicas existentes no direito pátrio.

§3º – O CREF12/PE-AL registra os Profissionais de Educação Física e as Pessoas Jurídicas prestadoras de serviços na área da atividade física e esportiva.

Art. 2 – O CREF12/PE-AL é órgão de representação, normatização, disciplina, defesa e fiscalização dos Profissionais de Educação Física, bem como das Pessoas Jurídicas prestadoras de serviços nas áreas de atividades físicas, desportivas e similares, em prol da sociedade, atuando ainda como órgão consultivo.

Art. 3 – O CREF12/PE-AL é organizado e dirigido pelos próprios Profissionais e mantidos por estes, e, pelas Pessoas Jurídicas que oferecem atividades físicas, desportivas e similares, nele registrados, com independência e autonomia, sem qualquer vínculo funcional, técnico, administrativo ou hierárquico com qualquer órgão da Administração Pública.

§1º – O CREF12/PE-AL, organizado nos moldes do CONFEF, é autônomo no que se refere à administração de seus serviços, gestão de seus recursos, regime de trabalho e relações empregatícias.

§2º – O Plenário do CREF12/PE-AL é a instância máxima da unidade.

CAPÍTULO II
DA FINALIDADE

Art. 4 – O CREF12/PE-AL tem por finalidade promover os deveres e defender os direitos dos Profissionais de Educação Física e das pessoas jurídicas que nele estejam registrados, e:

I.            Exercer função normativa dentro de suas atribuições;

II.            defender a sociedade, zelando pela qualidade dos serviços profissionais oferecidos;

III.            cumprir e fazer cumprir as disposições da Lei Federal nº. 9.696 de 01 de setembro de 1998, das Resoluções e demais normas baixadas pelo CONFEF;

IV.            baixar atos necessários à execução das deliberações e Resoluções do CONFEF;

V.            zelar pela qualidade dos serviços profissionais oferecidos à sociedade;

VI.            fiscalizar o exercício profissional em sua área de abrangência, adotando providências indispensáveis à realização dos objetivos institucionais;

VII.            estimular a exação no exercício profissional, zelando pelo prestígio e bom nome dos que o exercem;

VIII.            estimular, apoiar e promover o aperfeiçoamento, a especialização e a atualização de Profissionais de Educação Física registrados em sua área de abrangência;

IX.            deliberar sobre as pessoas jurídicas prestadoras de serviços nas áreas das atividades físicas, desportivas e similares;

X.            promover o cumprimento dos deveres da categoria profissional de Educação Física que nele estejam registrados;

XI.            elaborar, fomentar e divulgar publicações de interesse da Profissão e dos Profissionais de Educação Física.

TÍTULO II
DO EXERCÍCIO PROFISSIONAL

CAPÍTULO I

DO PROFISSIONAL DE EDUCAÇÃO FÍSICA

 

Art. 5 – Serão inscritos no CONFEF e registrados no CREF12/PE-AL, os seguintes Profissionais:

I.            os possuidores de diploma obtido em curso de Educação Física, oficialmente autorizado, ou reconhecido pelo Ministério da Educação;

II.            os possuidores de diploma em Educação Física, expedido por instituição de ensino superior estrangeira, convalidados na forma da legislação em vigor;

III.            os que, até 01 de setembro de 1998, tenham comprovadamente exercido atividades próprias dos Profissionais de Educação Física, nos termos estabelecidos, através de Resolução, pelo Conselho Federal de Educação Física;

IV.            outros que venham a ser reconhecidos pelo CONFEF ou expressamente determinados por lei.
Parágrafo único – Todo Profissional poderá solicitar a baixa de registro ou cancelamento dos quadros do CREF12/PE-AL, mediante requerimento.

CAPÍTULO II

DO CAMPO E DA ATIVIDADE PROFISSIONAL

 

Art. 6 – Compete exclusivamente ao Profissional de Educação Física, coordenar, planejar, programar, prescrever, supervisionar, dinamizar, dirigir, organizar, orientar, ensinar, conduzir, treinar, administrar, implantar, implementar, ministrar, analisar, avaliar e executar trabalhos, programas, planos e projetos, bem como, prestar serviços de auditoria, consultoria e assessoria, realizar treinamentos especializados, participar de equipes multidisciplinares e interdisciplinares e elaborar informes técnicos, científicos e pedagógicos, todos nas áreas de atividades físicas, desportivas e similares.

Art. 7 – O Profissional de Educação Física é especialista em atividades físicas, nas suas diversas manifestações – ginásticas, exercícios físicos, desportos, jogos, lutas, capoeira, artes marciais, danças, atividades rítmicas, expressivas e acrobáticas, musculação, lazer, recreação, reabilitação, ergonomia, relaxamento corporal, ioga, exercícios compensatórios à atividade laboral e do cotidiano e outras práticas corporais, sendo da sua competência prestar serviços que favoreçam o desenvolvimento da educação e da saúde, contribuindo para a capacitação e/ou restabelecimento de níveis adequados de desempenho e condicionamento fisiocorporal dos seus beneficiários, visando à consecução do bem-estar e da qualidade de vida, da consciência, da expressão e estética do movimento, da prevenção de doenças, de acidentes, de problemas posturais, da compensação de distúrbios funcionais, contribuindo ainda, para consecução da autonomia, da auto-estima, da cooperação, da solidariedade, da integração, da cidadania, das relações sociais e a preservação do meio ambiente, observados os preceitos de responsabilidade, segurança, qualidade técnica e ética no atendimento individual e coletivo.

§ 1º – Atividade física é todo movimento corporal voluntário humano, que resulta num gasto energético acima dos níveis de repouso, caracterizado pela atividade do cotidiano e pelos exercícios físicos. Trata-se de comportamento inerente ao ser humano com características biológicas e sócio-culturais. No âmbito da Intervenção do Profissional de Educação Física, a atividade física compreende a totalidade de movimentos corporais, executados no contexto de diversas práticas: ginásticas, exercícios físicos, desportos, jogos, lutas, capoeira, artes marciais, danças, atividades rítmicas, expressivas e acrobáticas, musculação, lazer, recreação, reabilitação, ergonomia, relaxamento corporal, ioga, exercícios compensatórios à atividade laboral e do cotidiano e outras práticas corporais.

§ 2º – O termo desporto/esporte compreende sistema ordenado de práticas corporais que envolve atividade competitiva, institucionalizada, realizada conforme técnicas, habilidades e objetivos definidos pelas modalidades desportivas segundo regras pré-estabelecidas que lhe dá forma, significado e identidade, podendo também ser praticado com liberdade e finalidade lúdica estabelecida por seus praticantes, realizado em ambiente diferenciado, inclusive na natureza (jogos: da natureza, radicais, orientação, aventura e outros). A atividade esportiva aplica-se, ainda, na promoção da saúde e em âmbito educacional de acordo com diagnóstico e/ou conhecimento especializado, em complementação a interesses voluntários e/ou organização comunitária de indivíduos e grupos não especializados.

§ 3º- As atividades elencadas na Lei nº 6.533, de 24 de maio de 1978, e pelo Decreto nº 82.385, de 05 de outubro de 1978, ficam isentas do exame por parte do CREF12/PE-AL.

Art. 8 – O Profissional de Educação Física intervém segundo propósitos de prevenção, promoção, proteção, manutenção e reabilitação da saúde, da formação cultural e da reeducação motora, do rendimento físico-esportivo, do lazer e da gestão de empreendimentos relacionados às atividades físicas, recreativas e esportivas.

Art. 9 – O exercício da Profissão de Educação Física, em todo Território Nacional, tanto na área privada, quanto na pública, e a denominação de Profissional de Educação Física são privativos dos inscritos no CONFEF e registrados no CREF, detentores de Cédula de Identidade Profissional expedida pelo CREF competente, que os habilitará ao exercício profissional.

Parágrafo único – O disposto no caput deste artigo aplica-se também ao exercício voluntário de atividades típicas da Profissão.

Art. 10 – Para nomeação e/ou designação em serviço público e o exercício da Profissão em órgão ou entidade da Administração Pública ou em instituição prestadora de serviço no campo da atividade física, do desporto e similares, será exigida a apresentação da Cédula de Identidade Profissional.

Art. 11 – Nas entidades privadas e nos órgãos da Administração Pública, direta, indireta, autárquica ou fundacional, nas pessoas jurídicas de direito público, os empregos e cargos envolvendo atividades que constituem prerrogativas dos Profissionais de Educação Física somente poderão ser providos e exercidos por Profissionais habilitados em situação regular perante o Sistema CONFEF/CREFs.

Parágrafo único – As entidades e órgãos referidos no caput deste artigo, sempre que solicitados pelo CONFEF ou pelo CREF12/PE-AL, são obrigados a demonstrar que os ocupantes desses empregos e/ou cargos são Profissionais de Educação Física em situação regular perante o CREF12/PE-AL.

Art. 12 – O exercício simultâneo da Profissão de Educação Física, em caráter temporário ou permanente, em área de abrangência de dois ou mais CREFs obedecerá às formalidades estabelecidas pelo CONFEF.

Art. 13 – O exercício das atividades do Profissional de Educação Física em desacordo com as disposições deste Estatuto configurará ato ilícito, nos termos da legislação específica.

CAPÍTULO III
DAS PESSOAS JURÍDICAS

Art. 14 – Ficam as pessoas jurídicas a que se refere o parágrafo 3º do artigo 1º deste Estatuto, na forma do regulamento, que estejam localizadas nos Estados de Pernambuco e Alagoas, obrigadas a registrar-se no CREF12/PE-AL, que lhes fornecerá certificação oficial.

CAPÍTULO IV
DA FISCALIZAÇÃO

Art. 15 – A fiscalização do exercício da atividade profissional e da exploração de atividade econômica ocorrerá predominantemente pelo critério da substância ou essência da função efetivamente desempenhada ou do serviço efetivamente ofertado do que pela denominação que se lhe tenha atribuído, atento ao princípio básico de que tudo que envolve as áreas de atividades físicas, desportivas e similares, constitui prerrogativa da Profissão de Educação Física.

CAPÍTULO V
DA CÉDULA DE IDENTIDADE PROFISSIONAL

Art. 16 – A todo Profissional de Educação Física, devidamente registrado neste CREF, será fornecida uma Cédula de Identidade Profissional numerada e assinada pelo Presidente do CREF12/PE-AL.

Art. 17 – A Cédula de Identidade Profissional, expedida pelo CREF12/PE-AL, com observância dos requisitos e do modelo estabelecido pelo CONFEF, tem fé pública, constituindo Documento de Identidade Civil, nos termos da Lei nº 6.206, de 07 de maio de 1975, e habilita seu titular ao exercício profissional.

CAPÍTULO VI
DO VALOR DA INSCRIÇÃO E DA ANUIDADE

Art. 18 – O valor da inscrição dos Profissionais de Educação Física e das pessoas jurídicas no Sistema CONFEF/CREFs é fixado pelo CONFEF através de Resolução.

Parágrafo único: O pagamento da inscrição será feito, obrigatoriamente, através de boleto bancário diretamente na conta do CONFEF.

Art. 19 – O Plenário do CREF12/PE-AL fixará, dentro dos limites estabelecidos pelo CONFEF, em observância ao disposto na Lei nº 12.197/2010, o valor das anuidades, através de Resolução sobre o tema, publicada até 31 de dezembro do ano anterior à cobrança, em consonância ao princípio da anterioridade.

Art. 20 – As anuidades serão processadas pelo CREF12/PE-AL até o dia 31 de março de cada ano, salvo a primeira, que será devida no ato do registro dos Profissionais e das Pessoas Jurídicas prestadoras de serviços nas áreas das atividades físicas, desportivas e similares.

§ 1º- As anuidades, bem como as contribuições, taxas, multas e emolumentos serão processados, somente e, obrigatoriamente, na forma de boleto de cobrança bancária compartilhado, na proporção de 20% (vinte por cento) na conta do CONFEF e 80% (oitenta por cento) na conta do CREF12/PE-AL.

§ 2º – O CONFEF disciplinará os casos especiais de arrecadação.

§ 3º – É facultativo o pagamento da anuidade devida ao CREF12/PE-AL e ao CONFEF aos Profissionais de Educação Física que tenham completado 65 (sessenta e cinco) anos de idade e, concomitantemente, tenham no mínimo, 05 (cinco) anos de registro no Sistema CONFEF/CREFs e que não tenham débitos com o Sistema, devendo os referidos Profissionais requererem, por escrito, tal direito ao CREF12/PE-AL.

CAPÍTULO VII
DAS INFRAÇÕES DISCIPLINARES

Art. 21 – Constitui infração disciplinar:

I.            transgredir preceitos do Código de Ética do Profissional de Educação Física;

II.            exercer a profissão quando impedido de fazê-lo, ou facilitar, por qualquer meio, o seu exercício por pessoa não registrada no CREF;

III.            violar o sigilo profissional;

IV.            praticar, permitir ou estimular no exercício da atividade profissional, ato que a lei defina como crime ou contravenção;

V.            deixar de honrar obrigação de qualquer natureza, inclusive financeira, para com o sistema CONFEF/CREFs;

VI.            adotar conduta incompatível com o exercício da Profissão;

VII.            exercer a Profissão sem o devido registro no Sistema CONFEF/CREFs;

VIII.            utilizar, indevidamente, informação obtida por conta de sua atuação profissional, com a finalidade de obter benefício pessoal ou para terceiros;

IX.            incidir em erros reiterados que evidencie inépcia profissional;

X.            fazer falsa prova de qualquer dos requisitos para registro no Sistema CONFEF/CREFs;

XI.            tornar-se moralmente inidôneo para o exercício da Profissão;

XII.            praticar crime infamante.

Art. 22 – As sanções disciplinares consistem de:

a)       advertência escrita, com ou sem aplicação de multa;

b)       censura pública;

c)       suspensão do exercício da Profissão;

d)       cancelamento do registro profissional e divulgação do fato.

TÍTULO III

DO CONSELHO REGIONAL DE EDUCAÇÃO FÍSICA 12ª REGIÃO/PERNAMBUCO e ALAGOAS

CREF12/PE-AL

CAPÍTULO I
DAS ATRIBUIÇÕES

 

Art. 23 – No exercício de suas atribuições, compete ao CREF12/PE-AL no âmbito de sua respectiva área de abrangência:

I.            registrar e habilitar ao exercício da Profissão;

II.            registrar as pessoas jurídicas que prestam serviços ou ofereçam serviços nas áreas das atividades físicas, desportivas e similares;

III.            expedir Cédula de Identidade Profissional para os Profissionais e Certificado de Registro de Funcionamento para as Pessoas Jurídicas e entidades que ofereçam ou prestem serviços nas áreas das atividades físicas, desportivas e similares;

IV.            fiscalizar o exercício profissional na área de sua abrangência, representando, inclusive, às autoridades e órgãos competentes, sobre os fatos que apurar e cuja solução ou repressão não sejam de sua alçada;

V.            fiscalizar o serviço ofertado na área das atividades físicas, desportivas e similares dentro de sua área de abrangência, representado, inclusive, às autoridades competentes, sobre fatos que apurar e cuja solução ou repressão não sejam de sua alçada;

VI.            fixar, dentro dos limites estabelecidos pelo CONFEF, o valor das contribuições, anuidades, taxas, multas e emolumentos, através de Resolução sobre o tema, publicado até 31 de dezembro do ano anterior à cobrança, em consonância ao princípio da anterioridade;

VII.            arrecadar contribuições, anuidades, taxas, serviços, multas e emolumentos na forma que deliberar o seu Plenário, segundo diretrizes estabelecidas pelo CONFEF;

VIII.            adotar e promover todas as medidas necessárias à realização de suas finalidades;

IX.            elaborar e aprovar seu regimento;

X.            elaborar e aprovar Resoluções sobre assuntos de sua competência;

XI.            realizar, organizar, manter, baixar, revigorar e cancelar os registros dos Profissionais de Educação Física e das pessoas jurídicas neles registrados;

XII.            organizar, disciplinar e manter atualizado o registro dos Profissionais de Educação Física e das pessoas jurídicas registradas em sua área de abrangência;

XIII.            aprovar seu orçamento, encaminhando ao CONFEF até 10 de novembro, em consonância ao que dispõe o princípio da anualidade;

XIV.            aprovar as respectivas modificações orçamentárias;

XV.            fiscalizar e controlar, mensalmente, suas atividades financeiras, econômicas, administrativas, contábeis e orçamentárias, garantindo seu equilíbrio financeiro;

XVI.            cumprir e fazer cumprir as disposições da Lei Federal nº 9.696, de 01 de setembro de 1998, das disposições da legislação aplicável, deste Estatuto, do seu Regimento, das Resoluções e demais atos;

XVII.            julgar infrações e aplicar penalidades previstas neste Estatuto e em atos normativos baixados pelo CONFEF;

XVIII.            aprovar anualmente suas próprias contas, encaminhando-as até 31 de maio ao CONFEF;

XIX.            funcionar como Tribunal Regional de Ética (TRE), conhecendo, processando e decidindo os casos que lhe forem submetidos, adotando as medidas jurídicas legais cabíveis;

XX.            propor ao CONFEF as medidas necessárias ao aprimoramento dos seus serviços e soluções de problemas relacionados ao exercício profissional;

XXI.            aprovar o seu quadro de pessoal, criar cargos e funções, fixar salários e gratificações, bem como autorizar a contratação de serviços, tudo dentro dos limites de suas receitas próprias e em observância as normas vigentes;

XXII.            manter intercâmbio com entidades congêneres e fazer-se representar em organismos internacionais e em conclaves no país e no exterior, relacionados à Educação Física e suas especializações, ao seu ensino e pesquisa, bem como ao exercício profissional, dentro dos limites dos recursos orçamentários e financeiros disponíveis;

XXIII.            incentivar e contribuir para o aprimoramento técnico, científico e cultural dos Profissionais de Educação Física e da Sociedade em geral;

XXIV.            adotar, quando houver,  as providências necessárias à realização de exames de suficiência para concessão do registro profissional, observada a disciplina estabelecida pelo CONFEF;

XXV.            promover, perante o juízo competente, a cobrança das importâncias correspondentes às anuidades, contribuições, taxas, emolumentos, serviços e multas, esgotados os meios de cobrança amigáveis;

XXVI.            incentivar os Profissionais de Educação Física a participar das atividades do Sistema CONFEF/CREFs, sobretudo, do processo eleitoral;

XXVII.            zelar pela dignidade, independência, prerrogativas e valorização da Profissão de Educação Física e de seus Profissionais;

XXVIII.            instalar, orientar e inspecionar unidades Seccionais dentro de sua área de abrangência.

CAPÍTULO II
DA COMPOSIÇÃO E ORGANIZAÇÃO

Art. 24 – O CREF12/PE-AL é composto de 28 (vinte e oito) Conselheiros, dos quais 20 (vinte) são Efetivos e 08 (oito) Suplentes, com mandato de 06(seis) anos, eleitos na forma que dispõe este Estatuto, e pelos seus últimos ex-Presidente que tenha cumprido integralmente seu mandato, com direito a voz e voto.

Parágrafo único – O ex-Presidente do CREF12/PE-AL terá voz e voto, permanecendo no Plenário pelo mandato seguinte ao exercido, pelo período de 03 (três) anos, com os mesmos direitos e deveres.

Art. 25 – Em sua organização o CREF12/PE-AL é constituído pelos seguintes Órgãos:

I.            Plenário;

II.            Diretoria;

III.            Presidência;

IV.            Órgãos Assessores.

Parágrafo único – Compete a cada órgão elencado no caput deste artigo a elaboração de seu Regimento, sujeito à aprovação do Plenário do CREF12/PE-AL.

SEÇÃO I
DO PLENÁRIO

Art. 26 – O Plenário do CREF12/PE-AL é o poder máximo da Entidade e é constituído por 20 (vinte) Membros Efetivos e pelo último ex-Presidente do CREF que tenha cumprido integralmente seu mandato.

§1º – Na falta ou impedimento de 01 (um) ou mais Membros Efetivos, sua ausência será suprida pela presença de Suplente convocado pelo Presidente, sendo sua representação unipessoal.

§2º – No caso de vacância de Membro Efetivo, assumirá o Membro Suplente na ordem de inscrição da chapa eleitoral.

Art. 27 – O Plenário do CREF12/PE-AL somente deliberará sobre os assuntos constantes na sua pauta de convocação e com a presença mínima de metade mais o primeiro inteiro de seus Membros Efetivos eleitos.

Art. 28 – A pauta de Reunião do Plenário será definida pela Diretoria do CREF12/PE-AL, no mínimo, 10 (dez) dias antes da sua realização.

Parágrafo único – Poderão ser incluídos na pauta, mediante aprovação, por maioria simples, assuntos apresentados por Conselheiros no início da reunião do Plenário.

Art. 29 – O Plenário do CREF12/PE-AL reunir-se-á:

I.            ordinariamente, 11 (onze) vezes por ano, entre os meses de fevereiro e dezembro, de forma presencial ou virtual, em local e data a ser fixado pela Diretoria, por meio de convocação feita com o mínimo 08 (oito) dias de antecedência;

II.            extraordinariamente, quando convocado por qualquer de seus Órgãos, por meio de requerimento fundamentado, assinado pela maioria de seus Membros efetivos.

Art. 30 – Compete ao Plenário do CREF12/PE-AL, com a presença mínima de metade mais o primeiro inteiro de sua composição:

I.              estabelecer diretrizes para a consecução dos objetivos previstos neste Estatuto;

II.              aprovar atos normativos ou deliberativos necessários ao exercício de sua competência;

III.              adotar e promover as providências necessárias à manutenção da unidade de orientação e ação do CREF12/PE-AL;

IV.              apreciar e aprovar o relatório das atividades desenvolvidas pelo CREF12/PE-AL, encaminhando para conhecimento do CONFEF;

V.              fixar, dentro dos limites estabelecidos pelo CONFEF, o valor das contribuições, anuidades, preços dos serviços, taxas, emolumentos e multas devidas pelos Profissionais de Educação Física e pelas pessoas jurídicas registrados no CREF, através de Resolução sobre o tema, publicada no Diário Oficial da União até 31 de dezembro do ano anterior à cobrança, em observância ao princípio da anterioridade;

VI.              deliberar sobre os processos apreciados pelos Órgãos de Assessoramento;

VII.              decidir sobre impedimento, licença, dispensa e justificativas de falta do Presidente, dos Vice-Presidentes e dos demais membros;

VIII.              fixar e normatizar, quando houver, a concessão de diárias, jetons e ajuda de custo;

IX.              respeitar e fazer respeitar as normas emanadas do Código de Ética do Profissional de Educação Física;

X.              propor ao CONFEF alterações no Código de Ética do Profissional de Educação Física;

XI.              deliberar sobre a implantação de unidades Seccionais do CREF12/PE-AL, em sua área de abrangência, decidindo sobre seu funcionamento.

Art. 31 – Compete ao Plenário do CREF12/PE-AL, com a presença de pelo menos 2/3 (dois terços) de sua composição:

I.            aprovar seu Estatuto e o Regimento;

II.            deliberar sobre as propostas de alteração do Regimento do CREF12/PE-AL, em todo ou em parte;

III.            eleger e dar posse aos Membros das respectivas Diretorias, após cada eleição, e dos Órgãos Assessores;

IV.            deliberar sobre os processos apreciados pelas Comissões internas, conforme o estabelecido em seus Regimentos;

V.            apreciar e aprovar os relatórios financeiros e administrativos do CREF12/PE-AL, após Parecer da Comissão de Controle e Finanças, encaminhando-os a seguir ao CONFEF;

VI.            decidir sobre a destituição da Diretoria do CREF12/PE-AL, em todo ou em parte, desde que solicitada através de expediente devidamente fundamentado e com a assinatura de, no mínimo, metade mais o primeiro inteiro de seus Membros Efetivos eleitos;

VII.            julgar, em última instância, qualquer decisão de seus Órgãos internos;

VIII.            aprovar ou alterar, em todo ou em parte, os Regimentos de seus Órgãos de Assessoramento;

IX.            aprovar o orçamento anual e o plano de trabalho do CREF12/PE-AL;

X.            autorizar a aquisição, alienação ou oneração de bens imóveis do CREF12/PE-AL, pela Diretoria;

XI.          julgar os processos éticos e administrativos de seus registrados;

XII.          elaborar e aprovar o Regimento Eleitoral de acordo com as diretrizes emanadas do CONFEF, a partir das propostas oriundas do Colégio de Presidentes.

SEÇÃO II
DA DIRETORIA

Art. 32 – A Diretoria do CREF12/PE-AL é o órgão que exerce as funções administrativas e executivas deste Conselho e será constituída pelo Presidente, 1º Vice-Presidente, 2º Vice-Presidente, 1º Secretário, 2º Secretário, 1º Tesoureiro e 2º Tesoureiro.

Art. 33 – A Diretoria será eleita na primeira reunião do Plenário, após a posse dos Membros Conselheiros, para mandato de 03 (três) anos.

§ 1º – A Diretoria do CREF12/PE-AL poderá, dentro de sua organização e necessidades, criar assessorias e nomear seus titulares, com atribuições específicas ao seu funcionamento.

§ 2º – A Diretoria, a Presidência e as Comissões podem ser substituídas pelo Plenário a qualquer tempo, mediante nova eleição, respeitadas as garantias constitucionais.

Art. 34 – A Diretoria do CREF12/PE-AL reunir-se-á ordinariamente, no mínimo, 08(oito) vezes ao ano de forma presencial, com intervalo de 60 (sessenta) dias e, extraordinariamente, sempre que for necessário, por convocação do Presidente ou pela maioria de seus Membros.

Art. 35 – As competências de cada Membro da Diretoria do CREF12/PE-AL, além das previstas neste Estatuto, serão estabelecidas em Regimento aprovado pelo Plenário do CREF12/PE-AL.

Art. 36 – Compete, coletivamente, à Diretoria do CREF12/PE-AL:

I.            cumprir e fazer cumprir as disposições deste Estatuto, do Regimento Interno e as deliberações do Plenário;

II.            estabelecer as diretrizes básicas e compatibilizá-las com a administração do CREF12/PE-AL e do CONFEF;

III.            Preservar o patrimônio do CREF12/PE-AL;

IV.            desenvolver suas ações de forma planejada e transparente;

V.            previnir riscos e corrigir desvios que afetem as contas garantindo seu equilíbrio, controlando a receita, balanço e as despesas, mensalmente, bem como verificando a compatibilização entre o apurado no sistema cadastral, o extrato bancário, os numerários em caixa e o balancete;

VI.            atuar atendendo aos princípios do planejamento, transparência e moralidade;

VII.            apresentar ao Plenário o relatório anual das atividades administrativas;

VIII.            promover a transmissão de domínio, posse, direitos, pretensões e ações sobre bens imóveis e gravá-los com ônus reais e outros, desde que digam respeito à ampliação ou resguardo do patrimônio do CREF12/PE-AL, após parecer do Plenário;

IX.            autorizar ou aprovar operações de crédito e contratos de qualquer natureza, desde que tenham como objetivo o interesse e as necessidades do CREF12/PE-AL;

X.            admitir e demitir empregados necessários à administração do CREF12/PE-AL, bem como, regulamentar o regime de pessoal e fixar-lhes remuneração, nos termos das normas vigentes;

XI.            Aprovar o seu quadro de pessoal, criar cargos e funções, fixar salários e gratificações, bem como autorizar a contratação de serviços especiais;

XII.            promover a instalação de unidades Seccionais do CREF12/PE-AL, bem como Pólos Avançados de Controle Administrativo;

XIII.            encaminhar, mensalmente, o balancete financeiro ao CONFEF;

XIV.            adotar todas as providências e medidas necessárias à realização das finalidades do Sistema CONFEF/CREFs;

XV.            autorizar a participação do CREF12/PE-AL em entidades científicas, culturais, de ensino, de pesquisa, de âmbito nacional ou internacional, voltadas para a especialização e a atualização da Educação Física;

XVI.            conhecer e dirimir dúvidas suscitadas por seus registrados;

XVII.            fixar e normatizar, quando houver, o pagamento de representação de gabinete e pagamento de despesas eventuais autorizadas aos Membros da Diretoria, aos Conselheiros e aos empregados do CREF12/PE-AL, quando no efetivo exercício de suas funções, bem como aos representantes designados pela Diretoria do CREF12/PE-AL, quando para representação do Sistema CONFEF/CREFs;

XVIII.            desempenhar as ações administrativas, financeiras e políticas do CREF12/PE-AL;

XIX.            zelar, garantir e acompanhar a sustentabilidade do CREF12/PE-AL

SEÇÃO III
DA PRESIDÊNCIA

Art. 37 – A Presidência do CREF12/PE-AL será exercida por 01 (um) Presidente e 02 (dois) Vice-Presidentes eleitos por mandato igual ao da Diretoria.

Art. 38 – O Presidente do CREF12/PE-AL, em seus impedimentos legais de qualquer natureza, inclusive licença, será substituído pelo 1º Vice-Presidente e, no impedimento deste, pelo 2º Vice-Presidente, com todas as atribuições inerentes ao cargo.

Art. 39 – O Presidente exerce a representação nacional e internacional do CREF12/PE-AL, junto a organizações públicas quanto a privadas, em juízo ou fora dele, ativa e passivamente, podendo constituir procurador ou delegação.

Art. 40 – Além de outras atribuições previstas no Regimento do CREF12/PE-AL, ao Presidente compete:

I.            convocar e presidir as reuniões do Plenário e da Diretoria;

II.            cumprir e fazer cumprir as decisões do Plenário e da Diretoria;

III.            zelar pela harmonia entre os Conselheiros e entre as unidades Seccionais, em benefício da unidade política do CREF12/PE-AL;

IV.            convocar os Órgãos de Assessoramento e as Comissões;

V.            supervisionar, coordenar, dirigir e fiscalizar as atividades administrativas, econômicas e financeiras do CREF12/PE-AL;

VI.            adotar providências de interesse do exercício da Profissão, promovendo medidas necessárias à sua regularidade e defesa, inclusive em questões judiciais e/ou administrativas;

VII.            movimentar, solidariamente com o Tesoureiro, as contas bancárias e contratos de ordem financeira e patrimonial do CREF12/PE-AL;

VIII.            responder consultas sobre o registro e fiscalização do exercício profissional;

IX.            baixar deliberações e Resoluções, após decisão do Plenário;

X.            baixar atos administrativos pertinentes.

Art. 41 – Compete aos Vice-Presidentes do CREF12/PE-AL:

I.            substituir o Presidente em suas ausências ou impedimentos legais;

II.            auxiliar o Presidente no exercício de suas funções;

III.            despachar com o Presidente e executar as atribuições que lhes forem delegadas por ele ou pela Diretoria.

SEÇÃO IV
DOS ÓRGÃOS DE ASSESSORAMENTO

Art. 42 – São Órgãos permanentes de Assessoramento do CREF12/PE-AL, além de outros que venham a ser criados em seu Regimento:

I.            Comissão de Controle e Finanças;

II.            Comissão de Ética Profissional;

III.            Comissão de Orientação e Fiscalização;

IV.            Comissão de Legislação e Normas;

V.            Comissão de Ensino Superior e Preparação Profissional.

Parágrafo único – Poderão ser criadas Comissões Temporárias ou Grupos de Trabalho, de acordo com a deliberação do Plenário.

Art. 43 – As Comissões são órgãos de consultoria da Presidência, da Diretoria e do Plenário do CREF12/PE-AL, às quais compete analisar, instruir e emitir pareceres nos assuntos e processos que lhe forem enviados pelo Presidente do CREF12/PE-AL, retornando-os devidamente avaliados para decisão superior.

Parágrafo único – A Comissão de Ética Profissional possui capacidade decisória em primeira instância.

Art. 44 – As Comissões contarão em suas composições com, no mínimo, 01 (um) Membro do CREF12/PE-AL, podendo ser integradas por Profissionais de Educação Física registrados e designados pelo Plenário, sendo entre eles eleitos o Presidente e o Secretário, para um mandato igual ao da Diretoria.

§ 1º – As Comissões elegerão em sua primeira reunião o seu Presidente, e seu Regimento disporá sobre sua competência, organização e funcionamento, após aprovação do Plenário do CREF12/PE-AL.

§ 2º – As Comissões Permanentes deverão ser presididas por Conselheiro, desde que estes não sejam Membros da Diretoria.

§ 3º – Os Membros da Diretoria não poderão integrar a Comissão de Controle e Finanças.

§ 4º – Os componentes dos Órgãos de Assessoramento são investidos em suas funções mediante assinatura de Termo de Posse.

§ 5º – As reuniões das Comissões são convocadas por seu Presidente, observando o disposto no inciso IV do art. 40 deste Estatuto.

Art. 45 – As Comissões reúnem-se com qualquer número, mas só deliberam por maioria simples de seus Membros.

SUBSEÇÃO I
DA COMISSÃO DE CONTROLE E FINANÇAS

Art. 46 – À Comissão de Controle e Finanças compete especificamente:

I.            examinar e deliberar sobre as prestações de contas, demonstrações contábeis mensais e o balanço do exercício do CREF12/PE-AL e de suas Seccionais, emitindo parecer para conhecimento e deliberação do Plenário;

II.            examinar as demonstrações de receita arrecadada pelo CREF12/PE-AL e suas Seccionais, verificando se correspondem às cotas creditadas e se foram efetivamente quitadas, relacionando, mensalmente, as Seccionais em atraso, com indicação das providências a serem adotadas;

III.            examinar a proposta orçamentária do CREF12/PE-AL;

IV.            examinar as prestações de contas do CREF12/PE-AL;

V.            apresentar ao Plenário denúncia fundamentada sobre erros administrativos de matéria financeira, sugerindo as medidas a serem tomadas.

Art. 47 – A Comissão de Controle e Finanças reunir-se-á ordinariamente para analisar a prestação de contas apresentada pela Diretoria e, extraordinariamente, sempre que convocada por seu Presidente, ou pelo Presidente do CREF12/PE-AL, ou por deliberação do Plenário do CREF12/PE-AL.

Parágrafo único – Analisadas as contas, a Comissão deverá emitir parecer e submetê-lo ao julgamento do Plenário do CREF12/PE-AL.

SUBSEÇÃO II
DA COMISSÃO DE ÉTICA PROFISSIONAL

Art. 48 – À Comissão de Ética Profissional compete especificamente:

I.            zelar pela observância dos princípios do Código de Ética do Profissional de Educação Física;

II.            propor ao Plenário do CREF12/PE-AL mudanças no Código de Ética do Profissional de Educação Física, para que este leve a proposta ao CONFEF;

III.            funcionar como Conselho de Ética Profissional;

IV.            autuar, instruir e julgar, em primeira instância, os casos de denúncia de Profissionais ou de pessoas jurídicas que tenham ferido o Código de Ética do Profissional de Educação Física, levando as suas deliberações para conhecimento do Plenário do CREF12/PE-AL;

V.            examinar e apreciar, em primeira instância, os recursos interpostos por seus registrados, inclusive, determinando diligências necessárias à sua instrução, levando seguir, a homologação do Plenário do CREF12/PE-AL.

SUBSEÇÃO III
DA COMISSÃO DE ORIENTAÇÃO E FISCALIZAÇÃO

Art. 49 – À Comissão de Orientação e Fiscalização compete especificamente:

I.            orientar e fiscalizar o exercício profissional, na área de sua abrangência, prestado por pessoa física;

II.            orientar e fiscalizar o exercício profissional na área de sua abrangência, prestado por pessoa jurídica e os organismos onde Profissionais de Educação Física prestem serviços;

III.            propor representação às autoridades competentes sobre os fatos que apurar e cuja solução ou repreensão não seja de sua alçada;

IV.            programar e supervisionar as atividades desenvolvidas pela fiscalização;

V.            elaborar instruções para o exercício da fiscalização atendendo aos fundamentos legais pertinentes;

VI.            informar à Diretoria, através de relatórios mensais, as ações e as atividades desenvolvidas pelo setor de fiscalização;

VII.            emitir parecer sobre assuntos referentes à fiscalização, quando solicitado pelo Plenário do CREF12/PE-AL ou por sua Diretoria;

VIII.            acompanhar e colaborar com a apreensão, pela polícia judiciária e/ou Vigilância Sanitária, dos instrumentos e tudo o mais que sirva, ou tenha servido, ao exercício ilegal da profissão;

IX.            denunciar ao CREF12/PE-AL  as irregularidades encontradas e não corrigidas dentro do prazo;

X.            efetuar a sindicância a fim de verificar as condições técnicas para funcionamento dos organismos de que trata o item II deste artigo.

SUBSEÇÃO IV
DA COMISSÃO DE LEGISLAÇÃO E NORMAS

Art. 50 – À Comissão de Legislação e Normas compete especificamente:

I.            levantar, analisar, debater e esclarecer os problemas legais inerentes à Educação Física, na área de sua abrangência;

II.            estudar a questão da cientifização da Educação Física, de suas várias vertentes e denominações;

III.            desenvolver intercâmbio com as Instituições de Ensino Superior, examinando em conjunto a questão da formação;

IV.            analisar leis, decretos, pareceres e normas que se relacionem com a área da Educação Física e seus profissionais.

SUBSEÇÃO V
DA COMISSÃO DE ENSINO SUPERIOR E PREPARAÇÃO PROFISSIONAL

Art. 51 – À Comissão de Ensino Superior e Preparação Profissional compete especificamente:

I.            estabelecer programas e projetos para o aprimoramento dos Profissionais de Educação Física;

II.            proceder ao reconhecimento dos Cursos de Especialização nos diferentes campos da Educação Física definidos pelo CONFEF;

III.            desenvolver programas e demais procedimentos para o registro dos indivíduos sem graduação em Educação Física, cujos direitos assegurados foram instituídos pela Lei nº 9.696, de 01 de setembro de 1998;

IV.            constituir-se numa rede de discussão de troca de informações entre os Cursos Superiores de Educação Física, na área de sua abrangência;

V.            desenvolver ações e apoiar estudos sobre questões ligadas à formação profissional e ao mercado de trabalho na área da Educação Física;

VI.          analisar, discutir e participar do processo de autorização, avaliação e reconhecimento dos Cursos de Graduação em Educação Física, quando os mesmos forem da competência da área de abrangência do CREF12/PE-AL;

SEÇÃO V
DAS SECCIONAIS

 

Art. 52 – As Seccionais são Órgãos vinculados ao CREF12/PE-AL, cabendo-lhes exercer as funções orientadoras e fiscalizadoras dos atos normativos emanados do CREF12/PE-AL.

Parágrafo único – As Seccionais serão dirigidas por um representante aprovado pelo Plenário do CREF12/PE-AL.

Art. 53 – O CREF12/PE-AL poderá, de acordo com suas condições financeiras e, ainda, levando em conta a densidade de Profissionais registrados em uma ou mais regiões de sua área de abrangência, instalar unidades Seccionais em números correspondentes as suas necessidades e possibilidades.

Parágrafo único – As Seccionais poderão, com autorização do CREF12/PE-AL, instalar em sua área de abrangência Sub-Seções, dirigidas por um Diretor nomeado pelo CREF12/PE-AL.

Art. 54 – Será estabelecida em Regimento do CREF12/PE-AL a competência e a estrutura administrativa das Seccionais.

Art. 55 – Se uma Seccional não cumprir as finalidades para as quais foi instalada, poderá ser extinta por proposição da Diretoria e homologação do Plenário do CREF12/PE-AL.

SEÇÃO VI

DOS PÓLOS AVANÇADOS DE CONTROLE ADMINISTRATIVO

 

Art. 56 – Os Pólos Avançados de Controle Administrativo são órgãos vinculados ao CREF12/PE-AL, cabendo-lhes exercer funções administrativas dos atos normativos emanados pelo Sistema CONFEF/CREFs, no âmbito de abrangência definido pelo CREF12/PE-AL.

Parágrafo único – Os Pólos Avançados de Controle Administrativo serão dirigidos por um coordenador aprovado pelo Plenário do CREF12/PE-AL.

Art. 57 – O Pólo Avançado de Controle Administrativo que não cumprir as finalidades para as quais foi instalado, poderá ser extinto por proposição da Diretoria e homologação do Plenário do CREF12/PE-AL.

TÍTULO IV
DAS FINANÇAS E DO PATRIMÔNIO

CAPÍTULO I
DAS FINANÇAS

Art. 58 – Constitui atribuição privativa e exclusiva do CREF12/PE-AL a execução e o controle de suas atividades financeiras, econômicas, administrativas, contábeis e orçamentárias, observadas as seguintes normas:

I.            o CREF12/PE-AL deverá manter, durante o exercício, o equilíbrio entre a receita arrecadada e a despesa realizada;

II.            é vedada a realização de despesas e/ou a assunção de obrigações diretas que excedam a receita;

III.            é vedado ao CREF12/PE-AL e/ou órgãos vinculados, contrair despesas que não possam ser pagas;

IV.            é vedado ao CREF12/PE-AL contrair despesas para as quais não haja disponibilidade de caixa;

V.            se verificado ao final de um mês, que a realização da receita poderá não comportar o cumprimento das despesas e obrigações, a Diretoria do CREF12/PE-AL deverá tomar imediatas providências para restaurar a eqüidade financeira dos mesmos.

Parágrafo único – o CREF12/PE-AL remeterá mensalmente o balancete ao CONFEF.

Art. 59 – O CREF12/PE-AL, quando da elaboração das propostas orçamentárias, deverá respeitar os seguintes procedimentos:

I.            a proposta orçamentária conterá a discriminação da receita e despesa, de forma a evidenciar a política econômico-financeira e o programa de trabalho do Conselho, obedecendo aos princípios da unidade, universalidade e anualidade;

II.            a proposta orçamentária do CREF12/PE-AL, referente ao exercício subseqüente, deverá ser aprovada em reunião do Plenário, até o dia 30 de outubro, devendo conter o detalhamento de receitas;

III.            caso o CREF12/PE-AL não aprovar a proposta orçamentária no prazo estabelecido no inciso II deste artigo, vigerá a última proposta orçamentária aprovada pelo Plenário, observando o limite máximo de 50% (cinqüenta por cento) para execução;

IV.            a receita deverá ser elaborada levando-se em consideração o número de Profissionais registrados e o percentual de adimplência, acrescido da possível expansão do ano;

V.            a execução orçamentária do CREF12/PE-AL deverá assegurar, em tempo útil, recursos financeiros necessários e suficientes à melhor execução do seu programa de despesas.

Art. 60 – A prestação de contas do CREF12/PE-AL deverá seguir as normas abaixo elencadas:

I.            a prestação de contas do CREF12/PE-AL, referente ao exercício findo, será apresentada por seu Presidente, com parecer da Comissão de Controle e Finanças, até 30 de abril ao seu Plenário estruturado sob a forma de Conselho Especial de Tomada de Contas, para apreciação e julgamento;

II.            as contas do CREF12/PE-AL não sendo apresentadas até 30 de abril caberá ao Plenário, estruturado em forma de Conselho Especial de Tomada de Conta, proceder a tomada de contas;

Art. 61 – O CREF12/PE-AL deverá proceder ao seu controle interno conciliando, mensalmente, os valores da receita, constante do relatório do Sistema Financeiro do cadastro de Profissionais registrados, com os valores do extrato bancário, juntamente com o numerário.

§ 1º – o valor apurado na conciliação da receita deverá ser o valor assinalado no balancete mensal.

§ 2º – Até 60 (sessenta) dias do mês seguinte, o CREF12/PE-AL deverá encaminhar ao CONFEF, ofício contendo a comprovação da compatibilização dos valores da receita apurada pelo cadastro dos Profissionais pagantes (baixa de anuidade) com o extrato bancário e o balancete do mês.

Art. 62 – As receitas do CREF12/PE-AL serão aplicadas na realização de suas finalidades institucionais.

SEÇÃO I

DAS RECEITAS

Art. 63 – Constituem receitas do CREF12/PE-AL:

I.            o percentual de 80% (oitenta por cento) sobre o valor das contribuições, anuidades, taxas, emolumentos, serviços e multas devidas pelos Profissionais de Educação Física e pelas Pessoas Jurídicas registradas no CREF12/PE-AL;

II.            os legados, doações e subvenções;

III.            as rendas eventuais de patrocínios, promoções, cessão de direitos e marketing em eventos promovidos ou chancelados pelo CREF12/PE-AL;

IV.            outras receitas.

Art. 64 – O exercício financeiro do CREF12/PE-AL coincidirá com o ano civil e compreenderá, fundamentalmente, a execução do orçamento.

§ 1º – O orçamento será único e incluirá todas as receitas e despesas.

§ 2º – Os elementos construtivos da ordem econômica, financeira e orçamentária serão escriturados e comprovados por documentos mantidos em arquivo, nos termos da legislação vigente.

§ 3º – Os serviços de contabilidade serão executados por Contador ou escritório contratado e deverá ser feito em condições que permitam o conhecimento imediato da posição das contas relativas ao patrimônio, as finanças e a execução do orçamento.

§ 4º – Todas as receitas e despesas deverão ter comprovantes de recolhimento e pagamento.

§ 5º – O balanço geral de cada exercício, acompanhado de demonstrativos, discriminará os resultados das contas patrimoniais e financeiras.

SEÇÃO II

DAS DESPESAS

Art. 65 – As despesas do CREF12/PE-AL compreenderão:

I.            o pagamento de impostos, taxas, aluguéis, salários de empregados, pessoas físicas e jurídicas prestadoras de serviços, necessários à manutenção e a finalidade do CREF12/PE-AL e de suas respectivas Seccionais e Sub-Seccionais;

II.            o pagamento, quando houver, de diárias, jetons, deslocamentos, ajuda de custo, representação de gabinete e pagamento de despesas eventuais autorizadas aos Membros da Diretoria, aos Conselheiros e aos empregados do CREF12/PE-AL, quando no efetivo exercício de suas funções, bem como de representantes designados pela Diretoria do CREF12/PE-AL, quando para representação do Sistema CONFEF/CREFs, não podendo estas, serem em valores superiores aos estabelecidos pelo CONFEF;

III.            a aquisição de material de expediente e outros equipamentos necessários ao funcionamento do CREF12/PE-AL e suas respectivas Seccionais;

IV.            os gastos decorrentes de publicidade, divulgação, comunicação, treinamento e atualização;

V.            a aquisição de bens móveis e imóveis;

VI.            o pagamento de despesas eventuais autorizadas.

Parágrafo único – O Plenário do CREF12/PE-AL deliberará sobre os valores a serem pagos pelas despesas previstas no inciso II, deste artigo.

CAPÍTULO II
DO PATRIMÔNIO

Art. 66 – O patrimônio do CREF12/PE-AL compreenderá:

I.            seus bens móveis e imóveis;

II.            os saldos positivos da execução do orçamento;

III.            os prêmios recebidos em caráter definitivo;

Parágrafo único – Nenhum bem patrimonial poderá ser vendido ou penhorado para suprir déficit financeiro, sem a aprovação dos votos de 2/3 (dois terços) dos Membros efetivos eleitos.

TÍTULO V
DAS ELEIÇÕES

CAPÍTULO I
DAS ELEIÇÕES DOS MEMBROS DO CREF12/PE-AL

Art. 67 – Os Membros do CREF12/PE-AL serão eleitos pelo sistema de eleição direta, através de voto facultativo pessoal e secreto dos Profissionais registrados no CREF12/PE-AL, e em pleno gozo de seus direitos estatutários e com mais de 01 (um) ano de registro ininterrupto.

Art. 68 – As eleições dos Membros do CREF12/PE-AL realizar-se-ão a cada 03 (três) anos, a partir do término do primeiro mandato nomeado pelo CONFEF.

Art. 69 – Até 120 (cento e vinte) dias antes da data marcada para a eleição, o CREF12/PE-AL divulgará a nominata dos Profissionais de Educação Física aptos a votar em sua área de abrangência.

Art. 70 – As chapas registradas deverão, obrigatoriamente, conter a nominata completa dos 14 (quatorze) candidatos a Conselheiros, todos para mandato de 06 (seis) anos, sendo indicado o nome dos 10 (dez) Membros Efetivos e os 04 (quatro) Membros Suplentes, com seus respectivos números de registro no Sistema CONFEF/CREFs e assinaturas, bem como indicar seu candidato representante junto ao CREF12/PE-AL, apresentando seu nome fantasia.

Art. 71 – O prazo para registro das chapas será aberto 120 (cento e vinte) dias antes da data estabelecida oficialmente para a eleição, encerrando-se 60 (sessenta) dias antes desta.

Art. 72 – Caberá ao CONFEF estabelecer as diretrizes gerais para as eleições do Sistema CONFEF/CREFs.

Parágrafo único – Caberá ao Plenário do CREF12/PE-AL, observando as diretrizes gerais, estabelecer a normatização do processo eleitoral, através de um Regimento Eleitoral, a ser divulgado no mínimo 120 (cento e vinte) dias antes da eleição.

CAPÍTULO II
DOS REQUISITOS PARA EXERCER O MANDATO DE CONSELHEIRO NO CREF12/PE-AL

Art. 73 – O mandato dos Membros dos Órgãos do CREF12/PE-AL somente poderá ser exercido por Conselheiros que satisfaçam todas as exigências deste Estatuto.

Art. 74 – O cargo de Membro do CREF12/PE-AL é considerado serviço público relevante e honorífico, inclusive, para fins de disponibilidade e aposentadoria.

Art. 75 – Compete aos Conselheiros do CREF12/PE-AL:

I.            cumprir e zelar pelo cumprimento da legislação federal, das Resoluções, das Portarias, das decisões normativas, das decisões do Plenário e dos atos administrativos baixados pelo Sistema CONFEF/CREFs;

II.            cumprir e zelar pelo cumprimento do Código de Ética do Profissional de Educação Física;

III.            participar das reuniões do Plenário e/ou da Diretoria do CREF12/PE-AL, quando fizer parte, manifestando-se e votando;

IV.            desempenhar encargos para os quais for designado, quando possível e/ou aceito;

V.            comunicar, por escrito, ao Presidente seu impedimento em comparecer a reunião do Plenário, reunião de Diretoria ou evento para o qual esteja convocado;

VI.            comunicar, por escrito, ao Presidente seu licenciamento ou renúncia;

VII.            dar-se por impedido na apreciação de documento em que seja parte direta ou indiretamente interessada;

VIII.            analisar e relatar documento que lhe tenha sido distribuído, apresentando relatório e voto fundamentado de forma clara, concisa, objetiva e legalmente fundamentada;

IX.            pedir e obter vista de documento submetido à apreciação do Plenário, sempre que entender conveniente, de acordo com as condições previstas neste Estatuto;

X.            representar o Sistema CONFEF/CREFs por delegação do Plenário, Diretoria ou Presidência.

Art. 76 – O exercício do mandato de Membro Conselheiro do CREF12/PE-AL, assim como a respectiva eleição, ficará subordinada, além de outras exigências legais, ao preenchimento dos seguintes requisitos e condições básicas:

I.               ser cidadão brasileiro ou naturalizado;

II.               possuir curso superior de Educação Física;

III.               estar em pleno gozo dos direitos profissionais;

IV.               possuir registro profissional por, pelo menos, 02 (dois) anos ininterruptos;

V.               ter votado ou justificado o voto na última eleição.

Art. 77 – São inelegíveis para Membro do CREF12/PE-AL, ou para exercer mandato em seus Órgãos, os Profissionais que:

I.            tiverem realizado administração danosa no CONFEF ou em CREF, segundo apuração em inquérito, cuja decisão tenha transitado em julgado na instância administrativa;

II.            tiverem contas rejeitadas pelo CREF12/PE-AL;

III.            tiverem sido condenados por crime doloso, ao qual se aplica pena de reclusão, transitado em julgado, enquanto persistirem os efeitos da pena;

IV.            tiverem sido destituídos de cargo, função ou emprego, por efeito de causa relacionada à prática de ato de improbidade na administração pública ou privada ou no exercício de representação de entidade de classe, decorrente de sentença transitada em julgado;

V.            estiverem cumprindo pena imposta pelo Sistema CONFEF/CREFs;

VI.            forem inadimplentes em quaisquer prestações de contas, em decisão administrativa definitiva;

VII.            forem inadimplentes com os pagamentos de anuidades, contribuições, taxas e multas do Sistema CONFEF/CREFs;

VIII.            deixarem de votar ou justificar na eleição anterior ao que pretende se candidatar.

Art. 78 – Perderá o cargo de Conselheiro do CREF12/PE-AL o Profissional que:

I.            tiver seu registro profissional cassado;

II.            for considerado inabilitado para o exercício da Profissão;

III.            for condenado à pena de reclusão em virtude de sentença transitada em julgado;

IV.            não tomar posse no cargo para o qual foi eleito, no Plenário ou no órgão determinado para o exercício de suas funções, no prazo de 15 (quinze) dias contados do início dos trabalhos, salvo motivo de força maior, devidamente justificado e aceito pelo Plenário;

V.            ausentar-se, por 2 (duas) reuniões consecutivas anuais, ou em 6 (seis) reuniões intercaladas em cada mandato, sem motivo justificado, de qualquer Órgão deliberativo do CREF12/PE-AL, conforme apurado pelo Plenário em processo regular;

VI.            quando da nomeação para o quadro funcional do CREF12/PE-AL, quer seja efetivo ou temporário.

Parágrafo único – Será declarada a vacância do cargo de Conselheiro do CREF12/PE-AL:

I.            em caso de renúncia ou pedido pessoal;

II.            por falecimento.
TÍTULO VI
DAS DISPOSIÇÕES GERAIS

Art. 79 – O CREF12/PE-AL goza de imunidade tributária total em relação aos seus bens, rendas e serviços, nos termos do parágrafo 2º do artigo 150 da Constituição da República Federativa do Brasil.

Art. 80 – As Resoluções, Deliberações e Atos Normativos aprovados pelo Plenário do CREF12/PE-AL serão tornadas públicas, através de veiculação nas respectivas páginas eletrônicas, e por afixação em local próprio e nas dependências do respectivo Conselho, e entram em vigor na data de sua publicação.

Parágrafo único – As Resoluções de que trata o caput deste artigo, além de veiculadas nas respectivas páginas eletrônicas, serão publicadas no Diário Oficial da União.

Art. 81 – Os atos administrativos emanados da Diretoria do CREF12/PE-AL serão dados a conhecimento dos Membros Conselheiros através de documento oficial.

Art. 82 – Os atos administrativos e financeiros do CREF12/PE-AL, bem como todas as suas demais atividades, subordinar-se-ão às disposições de um Regimento, sendo da competência do Plenário sua aprovação.

Art. 83 – O cumprimento das disposições deste Estatuto, do Regimento, bem como as demais normas emanadas pelos Órgãos do CREF12/PE-AL, é obrigatório para todos os seus Membros, aos Profissionais e às Pessoas Jurídicas nele registrados.

Art. 84 – Em caso de dissolução do CREF12/PE-AL, deliberado pelo Plenário do CONFEF, o seu patrimônio será incorporado ao patrimônio do CREF que absorver os seus registrados.

Art. 85 – Em caso de dissolução do CREF12/PE-AL e, futuramente, houver possibilidade e viabilidade de ser reconstituído, os primeiros Conselheiros serão nomeados pelo CONFEF.

Art. 86 – Em caso de dissolução do CREF12/PE-AL pelo Plenário do CONFEF seus Profissionais e Pessoas Jurídicas serão transferidos para o CREF mais próximo.

Art. 87 – Caso haja renúncia coletiva dos Conselheiros do CREF12/PE-AL, deverá ser marcada, imediatamente, nova eleição, sendo as chapas compostas de 10 (dez) Membros Efetivos e 04 (quatro) Membros Suplentes para mandato de 06 (seis) anos e 10 (dez) Membros Efetivos e 04 (quatro) Membros suplentes para mandato de 03 (três) anos, nos moldes da primeira eleição direta no CREF12/PE-AL, ficando impedidos de participar de eleição os Profissionais que solicitaram demissão.

Art. 88 – Considerando o disposto no artigo 139 do Estatuto do CONFEF, para os mandatos dos Membros do CREF12/PE-AL que encerrarem em 2011, não haverá eleição, pois os mandatos serão prorrogados por mais 01(um) anos, ou seja, até 2012, quando então ocorrerá a eleição e o mandato será de 06(seis) anos.

Parágrafo único: Até o ano de 2012, o CREF12/PE-AL, excepcionalmente, contará com 26 (vinte e seis) Membros em sua composição, sendo 19(dezenove) Membros Efetivos e 07(sete) Membros Suplentes.

Art. 89 – No caso dos mandatos que terão prorrogação, o mandato da Diretoria acompanhará o período de tal prorrogação.

Art. 90 – Aos ex-Presidentes do CREF12/PE-AL que tenham cumprido integralmente seus mandatos antes da aprovação deste Estatuto, assim como ao Presidente do CREF12/PE-AL com mandato vigente na data da aprovação deste Estatuto, é assegurada a função de Conselheiro Honorífico vitalício do CREF12/PE-AL, com direito a voz e voto. Aos demais ex-Presidentes, rege o previsto no art. 24, parágrafo único, deste Estatuto.

Art. 91 – Os casos omissos a este Estatuto serão resolvidos pelo Plenário do CREF12/PE-AL.

Art. 92 – Este Estatuto foi aprovado em Reunião do Plenário realizada no dia 27 de janeiro de 2011, e entrará em vigor na data de sua publicação no Diário Oficial da União, revogando-se as disposições em contrário.

Nadja Regueira Harrop
CREF 000288-G/PE
Presidente